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Como identificar abusos e violências

Para viver melhor a fase da adolescência, é importante saber identificar situações de violência e de abuso sexual. Você sabe como identificá-las?

Abuso ou violência sexual acontecem quando:

  • Qualquer pessoa toca em seu corpo sem sua permissão.
  • Uma pessoa força você a ver coisas que não quer, como outra pessoa sem roupa, um vídeo erótico ou fotos de outras pessoas tendo relação sexual.
  • Alguém fala palavras de conotação sexual e coisas que te trazem constrangimento.
  • Uma pessoa te coage ou faz chantagem para que você toque o corpo dela.
  • Alguém força você a ter relações sexuais.

O abuso e a violência sexual não acontecem apenas com pessoas desconhecidas. Muito meninos e meninas sofrem essa violência dentro de casa, com amigos, vizinhos, familiares e pessoas muito próximas. Pode acontecer até com aquela pessoa que tem a mesma idade que você.

Onde buscar ajuda

  • Em caso de assédio ou estupro, busque ajuda imediatamente de qualquer pessoa que estiver por perto e acione a polícia. Você pode ligar para a Polícia Militar (190) ou o Disque-Mulher (180) de qualquer tipo de telefone, sem custo.

  • Em casos de violência ou assédio que já aconteceram, ou se você não tem certeza sobre como agir, você pode buscar ajuda na direção da sua escola ou um professor ou professora em quem você confia mais.

  • Também é possível buscar ajuda no posto de saúde ou no conselho tutelar.

  • Existe ainda o Disque 100, que é o serviço nacional de denúncia e que serve também para casos de crimes sexuais. A denúncia pode ser feita de forma anônima e, nesse número, também é possível ter informações sobre o que fazer e que apoio buscar.

  • Em muitos municípios também existem projetos, grupos de apoio e de atendimento de adolescentes e de famílias que tenham passado por situações de exploração, violência e abuso.

  • Você pode buscar mais informações nos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas), nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e até em alguns Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF).